domingo, 20 de maio de 2018

Em França, como em Portugal, as ratazanas preparam-se para a tomada do poder

Mais uma zenital ideia "progressista":
"[...]em França, país precursor em todos os combates às desigualdades e correlativamente nação pioneira no uso massivo da guilhotina, uma petição contra o genocídio das ratazanas foi assinada pelo menos por 17 471 pessoas que consideraram que não havia problema algum na infestação de ratos que actualmente se vive em Paris e que quem precisa de se tratar são os humanos que na sua perseguição impiedosa aos ditos animais apenas dão largas a uma fobia social."

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Actos falhados...




...gato escondido com o rabo de fora...

Os esbirros da EDP no governo

A manobra "irrevogável" de Paulo Portas destinou-se a afastar Álvaro Santos Pereira e meter dois esbirros da EDP no governo: o ministro do ambiente Moreira da Silva e o da economia António Pires de Lima. Com estes dois, dezenas de outros apparatchiks secretários de estado da EDP passaram a infestar o governo.

Foi a grande traição de Portas a que Passos Coelho cedeu por ter a mona infestada de tontices ambientalistas.

Face a tudo isto e ao que se chegou, a culpa não é da EDP. A culpa é do sistema partidário cuja relação com o mundo real já nem tangencial é.

domingo, 15 de abril de 2018

O milagre hungaro irá continuar (em inglês com legendas em inglês)



Original:

Synopsis: Prime Minister Viktor Orbán won an overwhelming victory in Hungary last Sunday. In a multi-candidate race, Orbán’s party, Fidesz, won 50% of the vote and 68% of the seats in the Hungarian parliament. That gives Fidesz an unprecedented 2/3rds majority – enough so that the party can now rewrite the Constitution as they see fit.

This was a great day for freedom lovers world-wide and a dark day for the invasion and the globalists. It could also turn out to be a good day for monetary reform because Hungary has in the past adopted practical, yet creative economic thinking – it rejected the Euro, it kicked out the IMF and remained with its national money, the Forint.

Since Viktor Orbán took office as Prime Minister in 2010, Hungary’s debt-to-GDP ratio has steadily declined and now stands at 72.4%, putting it well below the European average of 88,1%. When Orbán took office, unemployment exceeded 12%. Now, 8 years later, it is 3.8. And all this on a flat-rate income tax of 15% for everyone.

This is a remarkable achievement considering that Hungary did not escape from Communist rule until 1990 – an iron-fisted rule which left its economy in ruins. We will have more on the improving situation in Hungary later on.

The day after last Sunday’s parliamentary election, we got in this beautifully translated, exclusive video of Prime Minister Orbán’s acceptance speech on election night – something you will not see on U.S. TV stations.

My hat is off to the technical achievement this represents. I could not produce such a piece of videography if I had a month to do so.